Segurança Marítima


A notícia da morte da modelo Caroline Bittencourt, 37 anos, no último mês, durante que caiu de uma lancha, após fortes ventos em Ilhabela (litoral paulista), reacendeu uma importante discussão sobre as medidas de segurança em alto mar. Os cuidados são inúmeros e imprescindíveis para que acidentes sejam evitados. Entre eles estão: fazer a manutenção regular da embarcação; fazer vistoria de segurança antes de viajar; planejar a rota; verificar a previsão do tempo; evitar o consumo excessivo de álcool; conduzir a embarcação com segurança e prudência; nunca deixar redes e outros objetos na beira da embarcação e ter atenção redobrada ao ancorar e partir.

No âmbito da Marinha do Brasil existe o Salvamar, serviço que presta socorro à quem está em perigo no mar. O grupamento não atua apenas nos mares, mas em portos, rios e na bacia do Paraguai e do Amazonas. Além disso, é responsável por todo o socorro marítimo, que incluem embarcações à deriva, naufrágios, pessoas que caíram na água ou ficaram doentes a bordo e embarcações desaparecidas. Para todos que navegam ou estão operando no mar e que necessitem de um apoio, a marinha disponibiliza o 185 Emergências Marítimas e Fluviais. É um telefone curto, rápido, fácil e que funciona 24 horas em todo território nacional. Dependendo da área que se esteja navegando ou observando uma emergência, o Salvamar é acionado e uma equipe deslocada até o local.

DADOS ATUALIZADOS - Dados da Superintendência de Segurança do Tráfego Aquaviário da Diretoria de Portos e Costas (DPC) apontam que, nos últimos dois anos, o número de acidentes envolvendo embarcações de esporte e recreio reduziu 12%, de 229 (2017) para 200 (2018). O órgão ressalta que, somente no verão 2017 ocorreram mais de 38% do total dos acidentes registrados até dezembro de 2018. As lanchas e motos aquáticas são destaques nas estatísticas. No último verão elas representaram 72% dos casos registrados com embarcações de esporte e recreio. Naufrágio, queda de pessoas na água, incêndio e colisão são os casos que mais chamam a atenção nas estatísticas. De dezembro de 2017 a março de 2018, as embarcações que mais se envolveram com esses acidentes durante o lazer foram lanchas (56%), motos aquáticas (21%) e botes (9%).

Ainda de acordo com a DPC, a principal causa dos acidentes em embarcações de esporte e recreio é a falha humana, o que por vezes pode resultar em consequências irreversíveis. Para minimizar a possibilidade da ocorrência de desastres náuticos, é importante que, tanto o proprietário, quanto o condutor da embarcação tenham responsabilidade e sigam as regras de segurança. E, diante de uma situação de urgência ou perigo, o navegante deve solicitar auxílio. É importante, sempre que possível, fornecer informações com os seguintes dados: identificação da embarcação (nome e indicativo de chamada); posição; natureza da emergência; tipo da ajuda necessária; hora da comunicação com a embarcação; situação da tripulação; última posição conhecida da embarcação e intenções do Comandante da embarcação.

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